A importância do pensamento

Ana Sofia Cardoso

Tenha conduta reta e atenção ocupada com assuntos úteis

Quem já não recebeu uma notícia desagradável do médico, de um parente ou de outra pessoa?

Qual foi a sua postura? Será que tentou esconder dos outros a sua preocupação pensando sistematicamente no assunto? Pensar é atrair, e como tal está a puxar a doença, ou outros problemas, até si. Por vezes uma pequena questão torna-se maior por descuido.

Quem nos acompanha nesses momentos são espíritos afins. Agora, se você pensar que tem boa saúde, ou que quem desencarnou segue seu caminho, ou que outro assunto mais complicado se resolverá, os espíritos do astral inferior, ao lerem a sua aura, não o irão assistir, só o Astral Superior irá cumprir essa tarefa. Isto não quer dizer que o Astral Superior ande conosco 24 horas por dia, mas que cada um de nós é que se  protege. 

Como? Muitos se perguntam: mas como? Com uma conduta reta e pensamento ocupado em assuntos úteis. Uma complementa a outra e se você assim fizer irá, com certeza, evoluir, mas... e os valores? Os valores são adquiridos pelos vários testes que vamos ultrapassando ao longo da vida, é sempre a sua decisão que conta. Se agir corretamente irá adquirir valores.

Com essas etapas bem decididas irá sentir a felicidade relativa ao nosso dispor.

Será que quem é infeliz tem razões para se sentir assim?

Claro que não, ninguém nasce para sofrer. Durante o percurso da vida, se nos desviamos do que programamos, então sofremos, andamos infelizes.

Nós deveríamos nos sentir premiados, porque estamos encarnados, e assim, evoluirmos.

Porque temos filhos que nos escolheram para os guiarmos nas suas vidas, tendo a partícula o privilégio de adquirir competências espirituais e transmiti-las.

O processo família no percurso é alargado com nossos genros, noras, netos, todos os familiares e amigos. O que muda nos tempos é a tecnologia, as profissões, por que os valores são atemporais.

Menciono uma passagem do livro Cartas Doutrinárias 1º volume - 1975/1976:

“A infelicidade da humanidade resulta da sua ignorância com relação às leis espirituais, ignorância que a leva ao desconhecimento de si mesma, dos atributos que possui e a torna vítima de superstições e crendices.”

Ao lermos essa obra entendemos que os problemas que nos acompanham desde sempre são os mesmos, mas há sempre um aditivo a ter em conta: a disciplina e bom senso.

(A autora é militante da Filial Seixal - Portugal) 

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