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Gilberto Silva

Leis antifumo, favor devido à maioria da população

O Brasil tem elevado percentual de fumantes, 19% da população, mas por sua concentração em certos ambientes, como bares e restaurantes, dão a impressão de constituírem maior número. Na verdade, 81% da população não fumam, mas vinham sendo obrigados a conviver em ambientes fechados com esse desagradável e prejudicial vício.

Felizmente essa situação começa a se alterar com as leis antifumo.  No Estado de São Paulo a lei já está vigorando desde o início de agosto. No Estado do Rio de Janeiro, já sancionada também, a lei contra o fumo em locais públicos entra em vigor em novembro. Outros Estados da Federação deverão aprovar leis semelhantes, assim como cidades, que têm plenos poderes para proteger a maioria de seus habitantes do nocivo efeito à saúde provocado pelo cigarro.

Todas as pessoas, principalmente os fumantes, têm conhecimento dos males à saúde provocados pelo vício do fumo. São doenças respiratórias terríveis e elevado número de cânceres associados ao hábito do fumo. Através dos ensinamentos do Racionalismo Cristão, as pessoas aprendem sobre a questão psíquica do vício, seja ele qual for, e, por isso, quando decidem deixar o hábito do fumo o fazem de forma consistente; no Racionalismo Cristão as pessoas tomam conhecimento da causa fundamental dos vícios e a maneira de livrarem-se deles.

A causa pode ser conhecida através do livro Racionalismo Cristão, 43ª edição, que, na página 125, nos esclarece o seguinte: “Os espíritos desencarnados dão, no astral inferior, expansão aos vícios que alimentaram em corpo humano. Assim, se têm vontade de fumar, encostam-se ao encarnado que está fumando e experimentam, por indução, o mesmo prazer que este sente. De igual modo procedem com relação aos demais desejos, daí se podendo concluir que todos os espíritos encarnados possuidores de vícios se entregam, como instrumentos inconscientes, à satisfação dos que alimentam os espíritos do astral inferior. Há, ainda, um ponto a esclarecer: nem sempre os desejos viciosos partem das criaturas encarnadas. Muitas vezes são os obsessores viciados que as acompanham, que as despertam e as intuem para saciá-los.”

Uma vez conhecida a causa psíquica do vício do fumo, descrita acima, cabe ao fumante tomar a decisão de, conscientemente, querer deixá-lo. Para isso, o Racionalismo Cristão oferece um método eficaz, que consiste na limpeza psíquica como pilar para a obtenção dessa importante conquista para o bem-estar do ex-fumante e daqueles que com ele convivem. Evidentemente que a força de vontade precisa ser exercida concomitantemente, assim como a mudança de hábitos, de ambientes e até de companhias, dependendo da maneira como a pessoa reage a esse importante exercício de se livrar do vício. A frequência a uma casa racionalista cristã, sendo possível, é parte fundamental dessa mudança de vida.

Quanto à limpeza psíquica, toda pessoa que vai à uma casa racionalista cristã ou que lê este jornal ou, ainda, que visita nosso site – www.racionalismocristao.org – recebe orientação de como praticar a limpeza psíquica em seu lar para obter equilíbrio interior e tranqüilidade espiritual, através dessa higiene mental. Fica sabendo, também, que ela consiste em irradiações, que são vibrações espirituais, pelas quais ocorre o arrebatamento de espíritos inferiores para fora da atmosfera fluídica da Terra. Esse arrebatamento é feito por espíritos do Astral Superior, que realizam a limpeza psíquica em entrosamento com os pensamentos disciplinados dos seres de boa vontade.

Com essas novas leis antifumo, o Brasil começa a se aproximar dos países mais desenvolvidos, que já adotam essa prática em defesa da maioria das pessoas, que são os não-fumantes, e, como descrito na lei paulista, “a expressão ‘recintos de uso coletivo’ compreende, dentre outros, os ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte ou de entretenimento, áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis, pousadas, centros comerciais, bancos e similares, supermercados, açougues, padarias, farmácias e drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais de qualquer espécie e táxis” e, diferentemente do que alguns pensam, haverá, em vários desses ambiente, maior frequência das pessoas, aumentando o volume de negócios, e serão necessários mais funcionários para atender o aumento dessa demanda e, melhor, funcionários livres da fétida e danosa fumaça dos cigarros.

Boa Leitura!

(O autor é Presidente em exercício do Racionalismo Cristão)

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