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O ser humano e o clone
Vantuil Fazollo A morte do corpo humano é um fenômeno tão natural quanto o é o seu nascimento. Neste, o espírito, após acompanhar toda a concepção e formação do feto, de molécula por molécula e célula por célula, nele encarna ao nascer, tanto que a manifestação da encarnação é perfeitamente notada no novo ser aos sinais das primeira atitudes, logo após o parto.Dentro do agregar e desagregar da matéria por ação do espírito, pode-se concluir que os estudos hoje muito em voga pelas ciências especializadas no mundo contemporâneo acerca do clonismo praticamente não constituem grandes inovações. Ora, se os restos mortais de um ser humano podem dar origem a novos organismos que poderão se multiplicar assexualmente, gerando, pelas transformações químicas e atômicas, novos corpos compostos, vegetais e animais com vida, o que é perfeitamente válido e nos leva a raciocinar a respeito é que, se extrair de um ser vivente elementos de seu corpo e tendo esta pequena porção o mesmo patrimônio genético do corpo, a enxertia, por exemplo, com os elementos necessários parece ser tarefa rotineira das alçadas laboratoriais. (Edição de agosto de 2002) |
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