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Adireção de A Razão oferece, a partir desta edição, mais um canal de interação com você, leitor, que já dispõe do site www.racionalismocristao.org, do e-mail arazao@racionalismocristao.org, do telefone (21) 2117-2100, da versão eletrônica do jornal, do seu formato tradicional, em papel e de todas as casas racionalistas cristãs. Pretende-se com a abertura deste espaço, dialogar com você, tirar suas dúvidas com relação à prática da Doutrina, atender seus questionamentos e receber suas reclamações e sugestões. Fique à vontade, se não tiver interesse que seu nome apareça, utilizaremos seu caso, com a orientação que couber, dentro dos Princípios da Doutrina, manteremos a discrição e a privacidade. As respostas serão dadas pelo presidente em exercício do Racionalismo Cristão e diretor de A Razão, Gilberto Silva, e por uma equipe formada por diretores e colaboradores da Casa-Chefe. Apresentamos nesta edição dúvidas levadas ao site do Racionalismo Cristão desde que foi ao ar. As respostas, dadas desde 1998, porém, são as mesmas que seriam dadas hoje, porque a Doutrina é perene e seus Princípios, eternos. 1. Nas sessões públicas, o público fica separado por sexo, mulheres de um lado e homens de outro. Por que essa distinção? Nas sessões públicas do Racionalismo Cristão há a separação entre pessoas do sexo masculino e feminino para evitar-se qualquer risco de desrespeito ou constrangimento. Outro fato é que muitas mulheres vão sozinhas, e seus maridos, sabendo que há este procedimento, não têm com o que se preocupar. Portanto, trata-se de uma medida salutar, adotada desde os primórdios de nossa Doutrina. 2. Baseado em que a Doutrina racionalista cristã ensina que devemos procurar errar o mínimo possível, evitando, assim, frustrações e mágoas espirituais futuras, quando nos conscientizamos do erro cometido. Então, para que um cidadão possa ingressar na Doutrina ou trabalhar para ela, é exigido que seja um indivíduo de moral ilibada, que nunca tenha errado, a exemplo dos ilustres e grandes doutrinadores, como os srs. Luiz de Mattos, Antonio Cottas etc.? Como trabalhar pela Doutrina, tratando-se de pessoas que, por motivos outros, já cometeram erros de ordem moral? Não sei se fui clara na minha colocação. Você foi bastante clara ao colocar a sua questão. Devemos nos lembrar dos ensinamentos de nossa Doutrina. Todos nós, habitantes deste planeta, somos seres em constante evolução. Estamos neste mundo-escola para aperfeiçoar-nos, procurando eliminar imperfeições, aprimorar nossos hábitos e educar-nos intelectual e moralmente. Aqueles que trabalham na Doutrina, como os demais seres, somos todos companheiros de jornada, cada um desenvolvendo sua própria trajetória evolutiva. A Doutrina não exige de seus militantes a perfeição, pois esta não existe neste mundo. O que ela exige, sim, é a observação da disciplina racionalista cristã, principalmente no desenvolvimento dos trabalhos realizados nas casas racionalistas cristãs. O passado de cada pessoa é apenas um repositório de ensinamentos, de seu próprio interesse. Como é o futuro que conta, e este é construído agora, deve-se reconhecer que o instante mais importante na vida de uma pessoa é o dia de hoje de cada um. Estamos pavimentando hoje o caminho que vamos percorrer amanhã, não é mesmo? 3. Como se manifesta a mediunidade? Como e quando sentimos que estamos bem assistidos pelas Forças Superiores? Todo ser humano já nasce com mediunidade? Precisamos desenvolvê-la? Como e onde? Os capítulos "A mediunidade" e "A obsessão", da obra básica Racionalismo Cristão, respondem a essas perguntas. Sugerimos que você os leia e estude. Se persistirem dúvidas, não deixe de voltar a enviar-nos um e-mail. Podemos antecipar-lhe alguns ensinamentos, como, por exemplo, todos somos médiuns intuitivos; não temos necessidade de desenvolver qualquer tipo de mediunidade; se desejarmos fazê-lo, que seja somente sob a proteção das correntes fluídicas formadas nas casas racionalistas cristãs (para afastar qualquer perigo de avassalamento e obsessão). |
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