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conosco Escolha a amizade certa Pense o seguinte: se a maioria age de determinada forma, isso não significa que ela está certa e você, escolhendo outro caminho, está errado. Não devemos sacrificar nossos princípios em busca de conquistar amizades que nem sempre condizem com o que somos. Que tipo de amizade seria essa? A que caminho nos conduziria, se optássemos por acompanhar esse tipo de amizade? Esta advertência está contida na resposta que o Racionalismo Cristão deu a um leitor de A Razão que solicitou aconselhamento com relação a sua dificuldade em se relacionar com as pessoas, por causa de sua timidez. 62. Escreveu o leitor: Gostaria de levantar uma questão a respeito da dificuldade de adaptação ao meio em que vivemos. Por tudo que o Racionalismo Cristão aconselha, como não ser negativista com relação à situação da sociedade em geral nas conversas com os outros, combater a maledicência, o ócio, não tratar de assuntos de teor pornográfico, nos concentrarmos mais em nós mesmos do que nas outras pessoas etc..., pergunto: como não seguir rumo ao isolamento, se o que predominam nas conversas, no meu caso principalmente na faculdade, são essas negatividades? Tenho muita dificuldade em me relacionar com os outros pela timidez que sempre tive e por constatar que na maior parte do tempo as conversas descambam para um lado incorreto de proceder. Por exemplo, enquanto na aula deveríamos nos manter focados no que o professor está expondo, frequentemente as pessoas ficam de graçolas, em geral sempre rindo ou com seus notebooks ligados na internet navegando em sites fúteis como o orkut, de vídeo... Digo que isso acontece numa faculdade séria, que é a UFRJ. Como nos adaptarmos e harmonizarmo-nos com o meio em que vivemos sem entrar nessa corrente de erros e vícios? A equipe de racionalistas cristãos que lêem as cartas enviadas ao jornal, assim respondeu: “Prezado, você relata uma experiência pela qual todos nós passamos. Realmente, a falta de conhecimento a respeito da vida espiritual desvia as pessoas do correto cumprimento de seus deveres. O resultado disso é que milhares de espíritos vêm perdendo encarnação após encarnação sem tirar proveito delas. Compete a cada um de nós escolher o caminho que deseja seguir. Se olharmos para dentro de nós, teremos a resposta correta, pois o espírito vem imbuído do forte desejo de evoluir. Podemos e devemos conviver com as pessoas no meio em que estamos inseridos, mas não precisamos compactuar com ações e pensamentos que não condizem com nossa consciência. Por ser tímido, você não estaria dando excessiva importância à opinião que seus colegas teriam de você? Cabe a você decidir o que é mais importante: ter um relacionamento amistoso e educado com seus colegas, mas conduzir-se dentro de normas morais que considera corretas; ou, para conquistar amizades, abrir mão de conceitos que você sabe serem importantes. Podemos, sim, manter nossa individualidade qualquer que seja o meio em que estejamos. Nada o impede de prestar atenção às aulas, mesmo que o resto da classe considere que estar na faculdade não tem valor. Com o diploma da mão, terão que enfrentar a realidade e sentirão que deveriam estar mais bem preparados para a profissão que escolheram. Lembre-se de que cada um é responsável por seus atos e seus pensamentos e que tudo o que nos acontece é resultado de nossa forma de pensar e de agir. Você já observou quantas pessoas reclamam que tudo dá errado na vida delas? Pare um minuto para pensar no motivo dessa insatisfação geral que observamos nas pessoas. Esteja certo de que você pode conviver com as pessoas mesmo que não compactue com a forma como pensam e agem. Mantenha-se autônomo e dê importância ao que tem importância. Verá, no futuro, que pôde fazer boas escolhas e que seguiu o caminho correto. Esperamos ter oferecido a você elementos para que possa refletir maduramente sobre o que observa à sua volta, ajudando-o a escolher qual a melhor forma de conviver com ações com as quais não concorda sem entrar em atrito com ninguém, mas resguardando-se de influências negativas de que nada aproveitará. O Racionalismo Cristão ajuda-nos a ter confiança em nós mesmos; ensina-nos como manter nossos pensamentos voltados para o bem, mesmo que estejamos cercados de atitudes negativas; ajuda-nos a fortalecer nosso espírito e a ver claramente onde estão os valores que devemos cultivar e quais as atitudes que devemos evitar, não importa o que os outros façam. A Doutrina ajuda-nos a encontrar nosso próprio caminho. E isso não se traduz em isolamento, mas em sabermos conviver com os outros sem receber influências negativas. Com o tempo, verá que, ao contrário, é capaz de manter ao seu redor um ambiente limpo que beneficiará aqueles que se aproximarem de você. Tenha confiança em si mesmo e esteja certo de que boas escolhas sempre revertem em resultados positivos, enquanto más escolhas trarão resultados negativos que recairão sobre nossas cabeças. Você perceberá que, à medida que se apoiar em valores espirituais, estará fortalecendo seu espírito para enfrentar e vencer as dificuldades da vida. Tenha certeza de que foi para empreendermos e vencermos obstáculos, que encarnamos neste mundo-escola. Perceberá, também, que nossas ações atrairão para nosso entorno pessoas que também não se sentem bem compactuando com ações negativas. Podem não ser as pessoas mais populares, mas serão amigos mais verdadeiros. Racionalista cristã pede orientação para livrar a irmã da ação obsessores
63. Encontro-me em Portugal na casa da minha irmã. Ela está com o diagnóstico de depressão e medicada, ja tentou suicídio duas vezes, incorpora espíritos e, em desespero, telefona-me sempre para eu ajudar. Ontem à noite teve que tomar dosagem elevada de um medicamento fortíssimo e hoje perdeu o controle: tomou dez comprimidos de Lorenin 2,5mg. Quando consegui despertá-la, disse que estava no Mar das Caraíbas e que o mar estava revolto, agitado, e que não estava sozinha. Comecei a irradiar e ela perguntou-me o que estava fazendo junto dela, tratando-me por enfermeira, e disse que não tinha nada que fazer no momento aqui. Continuei a irradiar, sem responder. Ela disse que era católica e começou a rezar e cantar as orações dessa religião e depois disse que era protestante, passando a fazer orações aos gritos. Como continuei a irradiar, passado algum tempo, começou a tossir e disse-me que estava cansada, que já havia chegado à terra e ia encaminhar os companheiros. Depois da irradiaçao preparei-lhe um banho. Passadas algumas horas, voltou a incorporar e o espírito disse que ia tirar-nos as energias, minhas, de dois sobrinhos e de mais a irmã que estávamos tentando ajudar. O espírito pediu para eu falar, mas não respondi – só irradiava. Depois, telefonei para São Vicente (Cabo Verde) pedindo a uma amiga que nos ajudasse. Conseguimos, finalmente, tranquilizar minha irmã, que neste momento está descansando. Ela diz que esta cansada, porque viajou muito hoje e para muito longe. Há dias, disse-me que, no fim de semana, iríamos passear se eu estivesse aqui. Por aqui não temos uma casa racionalista cristã. Agradecia que me aconselhassem o que fazer para ajudar. Há menos de um mês um colega de trabalho dela se suicidou. Vou para São Vicente na sexta-feira e gostaria de fazer algo para ajudá-la antes de ir. Tem dois filhos, que estão na escola. Pensei em pedir ao marido autorização para levá-la para São Vicente para frequentar a nossa Filial. R.: Prezada, pelo seu relato, sua irmã é médium e deixa-se dominar por espíritos desencarnados que se divertem às custas do sofrimento da família, usando-a como instrumento. Você agiu corretamente irradiando sem dar atenção ao espírito que se manifestou utilizando o corpo de sua irmã. Realmente, ela precisa de auxílio para recuperar as próprias forças e conseguir repelir esses espíritos que ela mesma atrai com seus pensamentos e fraqueza, entregando-se a eles. Quando irradiamos e mantemos nossos pensamentos voltados para o bem, nenhum espírito do astral inferior tem poder sobre nós. Portanto, sua irmã deve ser despertada para a realidade da vida espiritual. A ajuda é necessária enquanto ela está tão enfraquecida. Procure orientação nos capítulos A obsessão e A desobsessão, do livro Racionalismo Cristão, mas sua irmã, no estado de prostração em que se encontra, precisará de assistência contínua. Aos poucos, à medida que se fortalecer, deverá esclarecer-se espiritualmente para saber reagir e defender-se do assédio que vem sofrendo. Esperamos ter oferecido a você elementos para reflexão em torno do problema que nos encaminhou, ajudando-a a raciocinar e encontrar a melhor solução para prestar ajuda à sua irmã.
Estudiosa quer informaçõs sobre mediunidade intuitiva
64. Gostaria de saber algo em relação à intuição. R.: Prezada, o Racionalismo Cristão ensina-nos que todos somos médiuns, pelo menos intuitivos. Com isso, ensina-nos que temos a capacidade de perceber a vida espiritual que nos cerca. Isto é, podemos apreender que há algo mais além da matéria que captamos com nossos sentidos físicos. Em outras palavras, a intuição é um atributo que nos permite perceber o invisível. É pela intuição que captamos influências, sejam negativas, sejam positivas. Assim, é pelo pensamento que entramos em sintonia com vibrações (positivas e negativas) que percorrem o espaço e, com a intuição, captamos o que essas vibrações nos enviam. Você poderá aprofundar o que lhe apresentamos muito sucintamente a partir do estudo das obras editadas pelo Racionalismo Cristão. Caso se interesse, aconselhamos a leitura, refletindo a respeito do que lê, das obras essenciais editadas pela doutrina: Racionalismo Cristão e A vida fora da matéria. Talvez você prefira começar com o livro Noções de Racionalismo Cristão. Se dessas leituras surgirem dúvidas, teremos prazer em trocar ideias a respeito dos ensinamentos ministrados pela Doutrina. Caro leitor, a seção Fale Conosco é mais um canal de interação entre você e o Racionalismo Cristão. Aqui suas dúvidas são esclarecidas. Para encaminhar perguntas, utilize o e-mail ouvinte@racionalismocristao.org. Para informações, utilize também o telefone (21) 2117-2100. |
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