Indolência traz dano à evolução

Mozart Camacho

A evolução pode ser paralisada pela indolência do ser humano. A indiferença, o abandono dos deveres que a vida impõe, atribuídas a uma predestinação.

O espírito, quando vem à Terra, incitar e movimentar o corpo humano, tem uma trajetória provável, de acordo com suas necessidades espirituais. Pode, a qualquer tempo, mudar os rumos da vida, manejando o livre-arbítrio para o bem. Do futuro bom ou mau é o artífice.

A vida vai para a frente, não adiantam lamúrias, o passado não volta, pode trazer boas recordações que servem de experiência e para facilitar o futuro.

O presente de hoje será o futuro amanhã. O tempo deve ser bem aproveitado, no momento que passa. Se assim for, o futuro será promissor.

O progresso material é rápido. Com ele o intelectual que, sem o espiritual pode ser desenvolvido para o mal gera o materialismo, a crendice, a superstição.

Antes se dizia que a distância era grande, cada vez maior. Hoje mudou a distância. Está menor e a tendência é cada vez mais.

Muito se afirmou "de mil passará, a 2 mil não chegará". O codificador do Racionalismo Cristão na Terra previu que  ao passar do milênio haveria muitos obsedados, perturbados pela falta de conhecimentos racionais.

O tempo é o melhor remédio para se colocar cada coisa nos seus devidos lugares e já as distâncias vão diminuindo, facilitados pelos meios de comunicação, transporte rápido.

Mas o importante, o pensamento, o esclarecimento, o preparo mental que religa o pensamento ao Astral Superior onde está a sabedoria, pode chegar aos seres humanos pela lei de atração e as correntes fluídicas estabelecidas na Terra por intermédio das casas racionalistas cristãs e seres preparados no cumprimento do dever.

(O autor é presidente da Filial Pelotas, RS)

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