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Ás mães, com
carinho
Lília Rodrigues da Silva Paiva O espírito que escolhe um corpo feminino para processar sua evolução, quando aqui encarna, traz consigo uma missão muito bonita, especial e sublime a ser cumprida com firmeza e dedicação, que é a de ser esposa e mãe.Com este propósito, as chamas da responsabilidade acedem-se e começam a iluminar o caminho a seguir, traçando as metas do dever a cumprir. Ser esposa é como ser rainha; é administrar com certa soberania o seu lar, baseando essa administração na justiça, moderação, ponderação e amor. É cuidar para que este se torne um ambiente agradável, com a finalidade de acolher o marido e os filhos com paz e tranqüilidade, proporcionando-lhes conforto espiritual e até mesmo material. Ser mãe! Este é o mais sublime dos atos, o maior sonho e doce realidade para as mulheres, por elas saberem que o futuro de cada adulto do amanhã está em suas mãos. Portanto também está aí uma grande responsabilidade desta investidura do espírito em um corpo feminino. Ser mãe é renunciar a tantos prazeres oferecidos, em benefício de sua prole. É dar amor e carinho, mas também é disciplinar, quando necessário, corrigindo o pequeno ser desde as menores falhas até as maiores; constituindo assim o seu caráter e moldando sua personalidade. Não é somente aquela que traz no ventre o tão esperado filho, mas também a que dedica seu amor e sua vida à educação de uma criança rejeitada nos primeiros dias de sua vida pelos verdadeiros pais; e nesta hipótese merece a consideração de uma autêntica guerreira, por enfrentar tão árdua luta e conseguir o troféu da vitória de ver um filho adotivo não ser marginalizado pela sociedade, mas ser importante, contribuindo para o progresso da humanidade. Os filhos devem eterna consideração às mães legítimas ou adotivas, quer pela oportunidade oferecida na sua vinda ao planeta em busca da evolução, quer pela formação e criação dada sempre com a mesma dedicação, afeto, resignação e compreensão. Ser mãe, na expressão de espiritualidade, cumprindo com dignidade e perseverança tal papel, é prosseguir sua meta evolutiva através do infinito, pisando firme por uma passarela de luz. (A autora é diretora-tesoureira da Filial Belo Horizonte, MG) |
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