Adolescentes podem tornar-se militantes do RC aos 16 anos

Jéssica do Carmo Ribeiro Campos, 19 anos, militante do Racionalismo Cristão, universitária, estudante de Enfermagem, foi criada na Doutrina e seguiu os passos dos pais e avós. Sabe muito bem como funcionam as salas das crianças e dos adolescentes da Filial São Paulo porque são espaços que frequentou desde pequena. Com a boa convivência, aprendeu os princípios racionalistas cristãos e, por isso, esclarecimento e respeito são atitudes (mais do que meras palavras) presentes em seu cotidiano.

Você, que se interessa pela Doutrina e tem vontade de participar dela, encontrará abertas as portas das casas racionalistas cristãs. Basta procurar o presidente da Casa e, em carta, expor-lhe esse desejo. A carta será avaliada. O jovem interessado na militância deverá ter frequentado uma casa racionalista cristã por, no mínimo, um ano. Adolescentes de 16 e 17 anos podem tornar-se militantes em treinamentoregra que passou a valer com a publicação da 13ª edição do livro Prática do Racionalismo Cristão, em julho de 2009. Confira o que Jéssica tem a dizer a respeito da sua experiência:

A Doutrina. "Nasci no Racionalismo Cristão e cresci vendo os meus pais dentro da Doutrina. Frequentei por muitos anos a salinha das crianças e a sala dos adolescentes na Filial São Paulo."

A militância. "Aos 18 anos, passei a ajudar os militantes, vendendo os livros, o jornal A Razão e ajudando também na recepção do público. Foi o sr. Herval (Herval Tavares de Campos, presidente da Filial São Paulo) quem me convidou para ser militante."

Sonho antigo. "Como nasci na Doutrina e participava das reuniões, pensava em ser militante. Esperava pelo convite ou a maioridade. A oportunidade surgiu, e eu me tornei militante, seguindo os passos da família (a mãe de Jéssica, Zaíra, é militante na Filial São Paulo)."

A experiência. "Gosto muito de ser militante. Primeiro, pelo esclarecimento espiritual; depois, por ser bom para fazer novos amigos na Doutrina. O contato com o público é maravilhoso, respeitamos as pessoas e elas nos respeitam. Afinal, somos todos iguais." (T.P.)

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