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Participação do livre-arbítrio Mozart Camacho Não resta dúvida que o Racionalismo Cristão vem prestando, no plano astral, grandes benefícios aos seres humanos, inclusive o de restabelecer a verdade sobre os ensinamentos de Jesus, o Cristo. O planeta não pensa, obedece às leis mecânicas da vida. Quem pensa é o ser humano. Assim sendo, pelo conhecimento de si mesmo como Força e Matéria – espírito e corpo – e o esclarecimento espiritual, busca a evolução. Ao vir para sua primeira vida física, a partícula de Força individualizada já possui livre-arbítrio e esta sujeita a suas consequências com seu uso para o mal ou para o bem. A lei de causa e efeito se faz sentir desde as vidas primitivas do ser e se mantém até quando já vive em um meio civilizado, já acumulou grande número de existências físicas e quando tem arcabouço espiritual para compreender aquilo que a Doutrina ensina. Através da evolução, o espírito vai formando esse arcabouço, que vai crescendo com os atributos espirituais que, nas vidas sucessivas, aumenta em número. Desses atributos destacam-se a vontade, o pensamento e o livre-arbítrio. O pensamento idealiza, a vontade constrói e o livre-arbítrio governa, para manter o equilíbrio na vida. Embora todos saibam que o sofrimento existe, na atualização do Racionalismo Cristão, substituiu-se essa expressão nas irradiações por crescimento, por ser mais adequada para refletir o real objetivo do espírito. (O autor é representante regional no Sul do Brasil.) |
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