Alarico
Rezende
O
noticiário no
período de
chuvas intensas traz
um
ingrediente
que preocupa a
população,
temas
que
não saem da
pauta:
inundações,
deslizamentos de
terra, soterramento de
pessoas. Na
verdade, a
natureza está mandando
recados faz
tempo, o
ser
humano é
que
não os tem analisado
com a
devida
atenção.
A
consciência de
que é
preciso
fazer alguma
coisa, rapidamente, o
indivíduo
só tem
quando,
literalmente, mergulha os
pés nas
águas da
inundação. A
qualidade de
vida do
planeta
só vai
melhorar
quando
cada
pessoa fizer a
sua
parte, a
lição de
casa,
não jogando
papel nas
ruas,
nem
garrafas pet e latinhas pelas
janelas dos
ônibus,
nem
lixo
nos
córregos e
rios, respeitando o
verde e o
meio
ambiente.
Hoje o
que
mais escutamos
são
pessoas criticando e responsabilizando o
poder
público pelas
enchentes,
embora na
verdade a
maior
parte dos
problemas seja causada
pela
própria
população: os
ônibus têm
lixeira,
mas
muitos
passageiros atiram
lixo pelas
janelas,
pessoas jogam
em
córregos
animais
mortos,
colchões,
sofás.
A
consciência de
preservar e
respeitar o
meio
ambiente tem
que
começar
em
casa. Muitas
vezes é
preciso
abrir
mão da
individualidade
para
pensar
mais no
coletivo.
Vamos
pensar na
natureza, no
meio
ambiente
com
mais
seriedade,
com
respeito
mesmo. Essa
consciência é
um
trabalho de formiguinha, aos
poucos
tudo vai sendo
levado
adiante. O
filho convence o
pai, o
avô, o
tio, a
tia e
vice-versa. É
preciso
abrir
mão da
individualidade,
pensar
mais na
comunidade, beneficiando a
coletividade,
para
termos
um
ar
mais respirável,
para
melhor
qualidade de
vida do
planeta.
Isso depende de
cada
um de
nós,
cada
qual fazendo
sua
parte.
(O autor é
Jornalista, frequentador da
Filial
São Paulo, SP)
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