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Ser mãe é mais do que dar á luz
Maria Cottas
Mãe – vocábulo pequenino no tamanho, apenas três letrinhas, mas de grande
significado! Quem nunca leu ou ouviu a palavra mãe? Quão boa e dedicada deve ser
essa pessoa, carinhosamente chamada rainha do lar!
A mulher que optou pela maternidade tem por obrigação proteger o filho, tem a
especial incumbência de preservar essa criaturinha tão frágil ao nascer e fazer
dela uma grande mulher ou um grande homem.
É com esse objetivo que as mães devem atuar, sempre zelosas com a prole que
gera-ram. Filhos bem criados são espelhos de mães exemplares. Aprenderam com
elas a lutar pela vida, a serem responsáveis, aptos, portanto, a também formarem
sólidas famílias.
Infelizmente, nem todas as mães raciocinam dessa forma. Quantas pessoas andam
vagando por esse mundo afora sem preparo e objetivo, por falta de ação das
genitoras! Geraram filhos, mas não souberam cuidar deles.
Ninguém deve julgar o semelhante. Todavia, observamos que muitas mulheres
tiveram a felicidade de ser mães, mas descuidaram da maternidade. Deram frutos,
os filhos, que não amadureceram. Ficaram verdes, e verdes terminarão a
existência. Seus espíritos deverão retornar a este mundo para aprimorar a
evolução através de escolhas familiares mais cuidadosas.
O Racionalismo Cristão esclarece sobre as implicações que envolvem a
maternidade. A mãe tem de fazer do lar um ambiente de compreensão e respeito, de
progresso e humildade, de ventura e contentamento. O jovem de caráter bem
constituído torna-se adulto responsável, não é vaidoso, respeita o semelhante,
tem amor à Pátria.
Em vida física, sempre alertei as mulheres racionalistas cristãs sobre as
responsabilidades que envolvem o lar e a maternidade, porque respondem
moralmente pela vida e bem-estar dos filhos enquanto menores. Hoje, na plêiade
do Astral Superior, reitero essa preocupação, irradiando fluidos benéficos para
que as mães esclarecidas continuem dando bons exemplos, e outras mais venham a
seguir seus passos.
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