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| Supremacia evolutiva Lília Rodrigues da S. Paiva Já estamos no terceiro milênio, e as criaturas humanas ainda estão engatinhando em termos de conhecimentos da espiritualidade. O mundo já poderia estar em estágio bem mais avançado, se não fossem as peias da ignorância que ainda cegam os espíritos encarnados. E estaria pior, se não fosse a Doutrina Racionalista Cristã, que caminha para um século de existência, fazendo um grande trabalho em prol de encarnados e desencarnados. Paremos um minuto e avaliemos quantos e quantos espíritos já passaram por este planeta, enfrentando suas agruras, contratempos, cataclismos, intempéries, e souberam vencer tudo com fronte erguida, deixando ao mundo o seu rastro luminoso a ser seguido, no mesmo intuito de levar adiante a fonte inesgotável do bem que é o Racionalismo Cristão, em prol do soerguimento e esclarecimento dos seres que habitam este Planeta em evolução. Quando temos a certeza de onde viemos, por que viemos, para que viemos e para onde iremos após concluir nossas etapas, temos então prazer de viver, podemos então alcançar a beleza que a vida nos oferece para trabalharmos por grandes, causas, em qualquer esfera de ação, material ou espiritual. Para isto, porém, é necessária total vigilância espiritual em todos os nossos atos e hábitos, pois não somos perfeitos e temos que, a todo momento, nos auto-avaliarmos para limpeza dos resquícios de atributos negativos que o espírito tem o dever de se despojar. Na trajetória evolucional, o espírito deve primar pelos valores da simplicidade e da humildade, não no sentido de estar subjugado, de complexo de inferioridade, de subestimação, mas, sim, verificar que esses atributos constituem a maior grandeza para que ele possa galgar a cada segundo um degrau na escala evolutiva. A vaidade, a prepotência, a empáfia, a megalomania, a ânsia de poder, a inveja enfraquecem o espírito encarnado, pois nesta condição ele se julga o dono da verdade e esquece que é apenas um aluno diante de tanta coisa a ser aprendida, pois por mais sabedoria e conhecimentos que tivermos, jamais seremos detentores da totalidade, uma vez que existe limitação para o encarnado. É por isto que esse espírito deve procurar auto-avaliar-se, para poder deixar fluir sempre a luz astral, a luz da inteligência, pois nesse estado de fluidez ele se retempera e torna-se mais susceptível a entender e compreender o seu papel dentro da evolução. E quando o espírito, já despojado de todos os atributos negativos, cônscio dos seus deveres cumpridos em todas as encarnações que ele próprio traçou, quando é chegada a hora do último desenlace carnal, ele se translada a níveis superiores, onde vê a dualidade da vida material e espiritual alinhar-se, e, envolvido em total felicidade, vê revelado que através da simplicidade e humildade ele alcançou a supremacia evolutiva. (Lília Rodrigues da S. Paiva, presidente |
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