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O valor da intuição
Caruso Samel Atenção aos sinais que chegam de fora1. Sei que é preciso muita sensibilidade para perceber quando estou recebendo uma boa intuição: ela se "encaixará" perfeitamente e sempre parecerá uma solução natural. 2. Posso perceber que uma intuição não é boa quando ela me deixa muito ansioso, me leva a aceitar condições aberrantes, fora de propósito mesmo, e vacilo ao tomar a decisão em função dela. 3. Posso desenvolver uma boa faculdade intuitiva, desde que aprenda a separar o joio do trigo, como pregou Jesus, e saber distinguir o que é uma intuição positiva das negativas. É pura questão de prestar atenção aos sinais que nos chegam de fora e esta é a verdadeira lição dura e difícil de aprender. 4. Jamais deverei ser precipitado nas escolhas e nas ações que se seguirem a uma intuição, mas firme e decidido, procurando reconhecer e disciplinar-me a respeito das intuições que vier a receber. 5. Evitarei que minha mente aguçada e consciente se intrometa nos assuntos dos outros: antes, saberei colocar-me à espera para entrar em cena no momento oportuno, sem forçar outras pessoas. 6. Devo aprender a perceber quando a situação ainda não está "madura", evitando pressionar uma solução que está na dependência de outrem. 7. Lembrarei sempre que a força intuitiva, que vem de fora, fará com que esteja no lugar certo, na hora exata e faça a coisa certa no momento oportuno. Lembrarei, também, que ela se manifesta com impulsos fortes, com sensação de grande urgência e importância, para então agir imediatamente. 8. Reconheço que a minha intuição é uma faculdade que tem o poder de me fazer mover para a frente, do presente para o futuro, e de determinar o rumo daquilo que devo fazer. 9. Enfim, sei que vale a pena cultivar essa grande força que é a intuição, porém preciso saber evitar dar um passo errado quando ouvir a voz da intuição e quando me decidir seguir a sua orientação. (Edição de agosto de 2001) |
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